Arquivo Regional da Madeira (67)
Novembro 4, 2009
«Conheça melhor o Arquivo Regional da Madeira, uma instituição que guarda memórias da administração das ilhas da Madeira e do Porto Santo, desde os alvores do povoamento até o incremento do processo autonómico em pleno século XX. Venha pesquisar e informar-se acerca da nossa história, para melhor compreender a nossa identidade enquanto espaço insular e o contributo de tão pequena parcela em relação ao oceano que a envolve, na expansão, construção e consolidação do Portugal Atlântico. Algumas datas marcam momentos decisivos na história desta casa. (…)»
Inventários e catálogos do ARM: http://www.arquivo-madeira.org/item1.php?lang=0&id_channel=19&id_page=43
«Fulgores dos tempos» (66)
Outubro 27, 2009
«Fulgores dos tempos» – Seminário do Projecto de Inventariação-Catalogação e Dinamização dos Bens Culturais da Diocese do Porto.
No âmbito do Projecto de Inventariação-Catalogação e Dinamização dos Bens Culturais da Diocese do Porto, irá realizar-se no próximo dia 3 de Novembro um Seminário de Encerramento da 2.ª fase do projecto de inventariação-catalogação durante o qual será inaugurada uma exposição virtual com o tema Reflexos da Fé.
Dia 3 de Novembro – Casa Diocesana de Vilar.
«O IHRU irá promover em 2 edições um Curso de Formação Inventariação de Património Arquitectónico a ter lugar a 1ª edição entre os dias 26 a 30 de Outubro e a 2ª de 23 a 27 de Novembro.
Este curso de formação baseia-se nos princípios e regras de inventariação preconizados no KIT01 – Património Arquitectónico Geral, e tem como objectivo dotar os formandos das ferramentas e conhecimentos teórico-práticos que lhes permitam reconhecer, identificar e documentar, de forma normalizada e técnica e cientificamente consistente, edifícios e estruturas construídas das mais diversas tipologias. (…)»
Site do IHRU, com o restante texto aqui, e em formato pdf o Folheto da Formação Inventariação de Património Arquitectónico.
Tesouros de Arte do Baixo Alentejo em Lyon (64)
Setembro 28, 2009
«O património religioso português debate-se com um terrível paradoxo: embora constitua o principal sector do universo patrimonial do país, suscitando o interesse de muitos turistas, nacionais e estrangeiros, é pouco acessível (sobretudo fora dos circuitos mais conhecidos) e debate-se com graves problemas de degradação, sobretudo por falta de recursos financeiros e técnicos. (…)
Após Regensburg (1999), Roma (2002) e Saragoça (2008), o Departamento do Património de Beja inaugura a 1 de Outubro, no Musée d’Art Religieux de Fourvière, em Lyon, uma nova exposição, intitulada “Portugal Eternel – Patrimoine de la Région de l’Alentejo”. A iniciativa partiu do director deste museu, Bernard Berthod, consultor pontifício para os bens culturais e vice-presidente de Europæ Thesauri, organismo que integra os principais museus de arte sacra da Europa e tem Lyon e Beja entre os seus fundadores. A sua irradiação em França faz-se em parceria com o Turismo de Portugal, o Município de Beja, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Instituto Camões e o Turismo do Alentejo.(…)»
Site Beja Digital (24 Set. 2009) – http://www.bejadigital.pt/NoticiaDisplay.aspx?ID=2153.
Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja – link
Acção de formação (63)
Setembro 19, 2009
Ainda não é frequente, pelo menos em Portugal, uma acção de formação juntar a temática de inventário com o património imaterial. Mas é isso que vai acontecer numa acção de formação organizada pelo Instituto dos Museus e da Conservação, no próximo mês de Novembro. Pena que seja aberta apenas aos profissionais de Museus da RPM…
Site IMC (9 Setembro 2009) – http://www.ipmuseus.pt/pt-PT/iniciativas/formacao/ContentDetail.aspx?id=1698
Viver o Património – XVII Encontro de História Local (62)
Setembro 12, 2009
O Museu de Alberto Sampaio, conjuntamente com a Diocese do Porto [fazer parcerias compensa!], vai organizar um Encontro intitulado – Viver o Património, e que corresponde ao XVII Encontro de História Local, a decorrer em Felgueiras (dia 24) e Guimarães (dia 25).
As sessões são gratuitas e integram visitas a igrejas.
Para lá de várias e interessantes comunicações sobre arte, iconografia e conservação, no primeiro dia uma das sessões trata de «Inventariar para Vi(r)ver o Património» e no segundo surge outra também interessante para quem está atento e trabalha em inventários – «Do Convento de Santa Rosa de Lima à Igreja paroquial de S. Sebastião: história e inventário».
Informações sobre o Encontro podem ser obtidas a partir: asampaio@ipmuseus.pt / masampaio@imc-ip.pt / Tel: 253 423 910 / Fax: 253 423 919.
Exposição «Do Espírito à Imagem» (61)
Agosto 30, 2009
«O Ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, inaugurou esta Segunda-feira o Museu de Arte Sacra de Macedo de Cavaleiros, no distrito de Bragança. “Do Espírito à Imagem” é o nome da exposição inaugural do Museu de Arte Sacra, que ficará sedeado no Largo Manuel Pinto de Azevedo, cujo espólio resulta do Inventário do Património Histórico-Artístico da Diocese de Bragança-Miranda, que teve origem em Macedo de Cavaleiros. No total serão expostas cerca de 80 peças dos séculos XIV ao XX, em regime de rotatividade, provenientes das igrejas e capelas do concelho. A organização da exposição esteve a cargo da Associação de Defesa do Património Arqueológico do Concelho de Macedo de Cavaleiros – Terras Quentes.
Redacção/A Voz de Trás-os-Montes»
Agência Ecclesia (Maio 2009) – http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&id=73128
Regulamento para a Gestão e Protecção dos Bens Culturais da Diocese de Portalegre e Castelo Branco (60)
Agosto 7, 2009

Depois de publicar o post anterior acedi ao site da Diocese de Portalegre e Castelo Branco, onde encontrei uma entrevista sobre novo Regulamento para a Gestão e Protecção dos Bens Culturais da Diocese, pelo pároco responsável pela Comissão Diocesana para os Bens Culturais. Os elementos dessa mesma comissão podem ser consultados aqui.
Uma boa notícia! Mais uma diocese portuguesa que começa a inventariar o seu património. A pequena nota informativa que se segue não fornece muitos dados sobre em que moldes vai ser feita a inventariação, mas o importante é tomar consciência da necessidade de proceder ao inventário, tão necessário para uma melhor protecção, estudo e ‘gestão’ do muito rico e variado património religioso.
«A Diocese de Portalegre e Castelo Branco está a fazer o inventário do património religioso das suas paróquias, para minimizar os efeitos negativos dos assaltos que são notícia de tempos a tempos. Uma das primeiras acções passou pela nomeação da comissão diocesana para o património e bens culturais, promovida pelo actual bispo.
D. Antonino Dias diz que a realidade que veio encontrar na diocese de Portalegre e Castelo Branco não é muito diferente daquela com que contactou noutros pontos do país. O inventário do património religioso, refere o prelado, “tem sido uma batalha de há longos anos a esta parte”.
A comissão criada pela diocese congrega diversos especialistas, como arquitectos ou historiadores, que ajudam a identificar e preservar o património religioso, que em muitos casos é o único nas localidades.
“Se tirarmos o património religioso que existe não sei que património ficará”, diz D. Antonino Dias a este respeito. É por isso que se mostra especialmente preocupado com o desaparecimento do património da Igreja em algumas localidades, que classifica de razia. A que nem as pedras das igrejas escapam, como tem acontecido no concelho de Idanha-a-Nova.
Fechar os templos ou recolher as imagens tem sido a solução em algumas paróquias, contrariando a vocação natural destes locais. “As igrejas não foram feitas para ficarem fechadas, mas infelizmente têm de estar fechadas”, diz D. Antonino Dias.
O bispo de Portalegre e Castelo Branco considera este um mal necessário e que já vai contando com a tolerância do povo, que nem sempre reage bem ao fechar a sete chaves.»
Agência Ecclesia (3 Agosto 2009) – http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=74469. Ver também vídeo.
Inventariar e restaurar património em Bragança (58)
Julho 17, 2009
«Tiago Oliveira, 25 anos, formou-se em Conservação e Restauro e nunca imaginou que encontraria o primeiro emprego numa aldeia transmontana e viria a integrar um projecto cultural que está a “desenterrar”, inventariar e restaurar o património do distrito de Bragança. “Foi uma aventura e uma surpresa descobrir o que está a ser feito” no distrito de Bragança, a partir da aldeia de Vale da Porca, no concelho de Macedo de Cavaleiros. Tiago, do Porto, trabalha na primeira e única oficina de conservação e restauro de Trás-os-Montes, que surgiu do projecto abraçado há sete anos pela associação Terras Quentes. O ponto de partida foi Macedo de Cavaleiros, mas o projecto depressa se estendeu a outros concelhos e tem em mãos a elaboração do primeiro inventário do património religioso da Diocese de Bragança-Miranda. O presidente da associação, Carlos Mendes, tem como meta concluir até 2013 o inventário, que deverá reunir “entre 40 a 50 mil peças”. Já estão catalogadas 7500 peças, essencialmente dos concelhos do sul do distrito, 124 das quais forma restauradas na oficina onde trabalha também Liliana Rio, uma jovem com o 12º ano, que diz ter tido “sorte” por encontrar emprego na sua aldeia. O projecto já criou oito postos de trabalho fixos, ajudados por dezenas de voluntários, segundo o responsável. Pela oficina de restauro nas instalações emprestadas pela junta de freguesia passaram muitas das 80 peças expostas no museu de Arte Sacra de Macedo de Cavaleiros. As peças regressarão depois às respectivas igrejas e capelas e serão substituídas por outras. (…)»
Jornal Público (1 Jun. 2009) - http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1384277

